Social Icons

.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Silas Malafaia fala da cassação do título de pastor de Marco Feliciano



silasmalafaia

Em seu programa Vitória em Cristo, exibido nesse sábado (24), o pastor Silas Malafaia criticou a reação da igreja Assembleia de Deus diante da entrevista do deputado e pastor Marco Feliciano à revista Playboy. O pastor corre o risco de ter seu registro de pastor cassado, por ter sido entrevistado pela revista masculina.
- O pastor Marco Feliciano deu uma entrevista na Playboy e estão querendo cortar a cabeça do camarada na Assembleia de Deus. Deixa eu fala uma coisa aqui: Em primeiro lugar, se me convidassem para dar uma entrevista na Playboy eu daria. Eu só não vou no inferno porque não tem salvação pro capeta. Quero deixar isso aqui bem claro – afirmou Malafaia, criticando a postura da denominação.
- É molinho criticar quem está com a cara na vidraça. (…) Ele foi infeliz em algumas declarações, é verdade. Então vamos acabar com o rapaz, vamos matar o cara, porque ele foi infeliz em alguma declaração – ironizou o pastor, sobre a possível cassação do título de pastor de Feliciano por causa de suas falas na revista masculina.
Malafaia ressaltou ainda que tem várias divergências com Feliciano, o que ele já falou publicamente, mas que não é incoerente e sua consciência não permite que ele fique calado diante desse acontecimento.
- Eu sei que a convenção fraternal das Assembleias de Deus de São Paulo é formada por gente muito inteligente, é uma convenção de gente muito preparada – afirmou Malafaia.
- Vocês não vão fazer o jogo do ativismo gay. Quem está interessado em ferrar Marcos (sic) Feliciano, é o ativismo gay. Só interessa a eles detonar o cara – questionou o pastor, direcionando sua fala à convenção da denominação.
Malafaia afirmou ainda que não iria se calar diante desse fato, porque “Deus não o chamou para a covardia” e nem para se omitir quando estivessem “arrebentando” com alguém de quem ele não gosta muito.
- Eu estou aqui dizendo, que não posso acreditar que pastores vão fazer o jogo do ativismo gay. E é molinho criticar, eu sei. Meu irmão, já botaram cada casca de banana para mim em entrevistas, algumas vocês viram – criticou Malafaia, afirmando que “é fácil meter o pau porque o cara deu uma escorregada ou falou uma bobagem”.
- Eu tenho visto como a igreja evangélica, e a culpa é da liderança, pensa que ser crente é dentro da igreja – criticou o pastor, afirmando que “na igreja você edifica a fé e no mundo você manifesta a fé”.
Malafaia afirmou ainda que o cristão deve estar em todo lugar, e mesmo que for “programa de safadeza ou programa de bandido”, ele vai até lá. Ele justifica afirmando que “temos que brilhar lá onde estão as trevas” e que não podemos matar alguém porque cometeu um deslize e não foi bem em uma entrevista.
Assista o programa na íntegra:

Fonte: Gospel Hoje

2º ANIVERSÁRIO DO MINISTÉRIO ADERG!

Você é o nosso convidado(a) especial, para o grande culto de Gratidão a Deus pela passagem do 2º ANIVERSÁRIO DO MINISTÉRIO ADERG!
Serão três dias de ações de graças
SEXTA-FEIRA - 30 DE MAIO DE 2014
SÁBADO - 31 DE MAIO DE 2014
DOMINGO - 01 DE JUNHO DE 2014.
VEJA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA ABAIXO


terça-feira, 6 de maio de 2014

Cobiçados por presidenciáveis, evangélicos agora têm candidato ao Planalto

Pastor Everaldo diz que sua candidatura à Presidência é "para valer". Especialistas preveem uma disputa eleitoral que dividirá o Brasil entre liberais e conservadores
Presentes em cerca de um quarto do eleitorado, os evangélicos devem se transformar no reduto mais cobiçado pelos presidenciáveis nas eleições deste ano, reeditando a peregrinação de candidatos pelas igrejas e templos no pleito de 2010.
O cientista político Eduardo Oiakawa, da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), avalia que o crescimento do eleitorado e a presença de candidatos de perfil evangélico nas chapas presidenciais, mais do que em qualquer outro período, forçará um embate entre liberais e conservadores em torno das velhas questões como o aborto, casamento gay e legalização de drogas como a maconha.


Alan Sampaio / iG Brasília
Pastor Everaldo Pereira (PSC-SP) é pré-candidato à Presidência

“A questão religiosa deve aparecer como um conteúdo forte e decisivo nas eleições deste ano. É provável que os temas morais superem até mesmo os da economia”, diz Oiakawa. Ele lembra que essas questões ganharam relevo no ano passado com a polêmica passagem do pastor e deputado Marco Feliciano pela Comissão de Direitos Humanos da Câmara e prevê um confronto: “Veremos cenas de pugilato entre o Brasil conservador e o Brasil liberal”, diz ele.
Feliciano atraiu a ira da juventude e dos setores liberais, mas acabou levando ao PSC a simpatia dos segmentos conservadores, o que ajuda a explicar a surpreendente ascensão do candidato de seu partido, pastor Everaldo Pereira, à presidência. Apontado nas pesquisas como o quarto colocado na preferência popular, com índices entre 2% e 3% na pré-campanha, o pastor deixou para trás os eternos candidatos nanicos, como José Maria Eymael (PSDC) e Levy Fidelix (PRTB), ou o novato senador Randolfe Rodrigues, do PSOL.
“A presença do Pastor Everaldo é a coisa nova e chama atenção. Acho que 2014 é um balão de ensaio para a construção de uma candidatura mais forte nas próximas eleições. É um projeto em construção em torno de um candidato de Cristo”, observa o antropólogo Eurico Antônio Gonzalez Cursino dos Santos, da Universidade de Brasília (UnB).
“Minha candidatura é para valer. Não é para negociar”, garante o pastor Everaldo Pereira, que se sente naturalmente identificado com os temas de defesa da família e da vida, mas afirma que seu programa é bem mais amplo que as questões religiosas. Em 2010, ele ensaiou um apoio ao ex-ministro José Serra, mas no final acabou optando pela então candidata do PT, Dilma Rousseff.
Everaldo diz que o foco de seu programa é o que afeta a população, como segurança, combate à corrupção, o reordenamento e desaparelhamento da máquina pública. “É preciso fazer um estado que sirva e não que se sirva da máquina”, afirma.
O pastor, segundo Eurico, deve adotar um discurso de quem se sente legitimado para introduzir na política, com promessas de alteração em lei, os valores bíblicos situados no campo emocional e irracional da sociedade.
Ele acha que os temas morais, pelo menos no primeiro turno das eleições, estarão inseridos nas questões macro que definem as campanhas, mas não tem dúvidas que no geral a representação evangélica no Congresso deve aumentar.
A Frente Parlamentar Evangélica, que pelos seus cálculos já tem hoje cerca de 110 parlamentares, pode se transformar na maior bancada na Câmara, superando inclusive a também conservadora bancada ruralista.
Em números, haverá mais deputados evangélicos do que as tradicionais bancadas partidárias, como PT e PMDB. A FPE é formada atualmente por pelo menos 12 partidos, entre eles PT, PSDB e, como não poderia faltar, parlamentares do PSC do Pastor Everaldo ou o PSB que abriga a também evangélica Marina Silva, candidata a vice na chapa do ex-governador pernambucano Eduardo Campos. Juntos, esses grupos evangélicos fragmentados em vários partidos representam cerca de 40 milhões de votos.
“A tendência é que se repita o que houve em 2010, com a diferença que os evangélicos agora têm um candidato. O pastor dará mais uniformidade aos temas religiosos e deverá tirar os votos descolados de outros partidos”, afirma o professor da UnB. Ele acha, no entanto, que os candidatos mais bem colocados vão tentar se desviar das polêmicas dentro da lógica política segundo a qual mais tiram do que acrescentam voto.
“A eleição vai aumentar de volume. As questões religiosas podem ser reembrulhadas para produzir aversões emocionais. Mas o que terá peso mesmo será a economia, administração, segurança, transporte e educação”, diz Eurico.
Para Eduardo Oiakawa, temas como aborto, casamento gay e liberação da maconha ganharão espaço na agenda política porque o debate, desde o ano passado, vem amadurecendo.
“A religião e o moralismo vão subir ao palco político. O Brasil é um país jovem e a juventude está ligada nestes temas”, diz Oiakawa. Ele acha que “um certo liberalismo típico das classes médias urbanas" está invadindo as periferias das grandes cidades, o que acabará forçando os candidatos a abordar os temas.
“Os políticos gostam de dourar a pílula para escapar dos temas polêmicos, mas serão forçados a mostrar a cara. Será divertido assistir”, afirma.


    quinta-feira, 10 de abril de 2014

    Eclipse Lunar da próxima Semana será a Primeira de Quatro "Luas de Sangue"

    Na madrugada da próxima terça-feira o continente americano poderá observar um eclipse lunar, o primeiro de uma tétrade de "luas de sangue" que ocorrerá aproximadamente a cada seis meses e que se repetirá apenas sete vezes neste século, informou nesta quarta-feira a Nasa.

    Os eclipses totais da Lua, quando o satélite cruza o cone de sombra da Terra, são pouco frequentes e o último ocorreu em 10 de dezembro de 2011.

    A última vez que aconteceu uma série de quatro eclipses lunares totais ocorreu entre 2003 e 2004.

    O fenômeno esteve rodeado ao longo da história de muitas superstições e referências a profecias sobre desastres naturais de grande magnitude.

    A agência aeroespacial americana explicou que o eclipse começará no dia 15 de abril às 8h (horário GMT, 5h de Brasília) quando a beira da Lua ingressar no centro da sombra da Terra, que é de cor âmbar.

    É durante esse período que a Lua é vista da Terra com uma cor avermelhada causada pela luz do Sol e matizada por sua passagem através da atmosfera terrestre, algo similar à coloração que adquire a luz solar nos crepúsculos.

    A totalidade do eclipse vai acontecer durante um período de 78 minutos que começará aproximadamente uma hora mais tarde e, se as condições meteorológicas permitirem, o fenômeno poderá ser observado em quase todo o continente americano.

    Fonte: Noticias Uol

    quarta-feira, 9 de abril de 2014

    Cristãos associam fenômeno natural a profecia do Apocalipse

    luadesangue
    No próximo dia 15 de abril se iniciará um ciclo de 4 eclipses lunares em que a lua irá adquirir, durante um período curto de tempo, um tom avermelhado. Esse fenômeno tem motivado uma série de interpretações por cristãos, que acreditam se tratar do cumprimento de profecias bíblicas relacionadas ao fim dos tempos.
    A chamada “lua de sangue” terá inicio às 5:20 (Hora de Greenwich), momento em que a lua começará a entrar na sombra da Terra até ficar em uma linha reta com o nosso planeta e o Sol. Com duração de 78 minutos, o eclipse poderá ser visto na América do Norte e no oeste da América do Sul.
    Esse eclipse é o início de um ciclo de quatro aparições desse fenômeno natural, chamado tétrade. Além do dia 15, o fenômeno se repetirá também nos dias 8 de outubro, 8 de abril de 2015 e 28 de setembro de 2015, segundo a CBN.
    Um dos proeminentes cristãos que interpretam o acontecimento como tendo dimensões bíblicas é opastor John Hagee autor do livro “Four blood moons: something is about to change” (Quatro luas de sangue: algo está prestes a mudar).
    Entre os trechos da Bíblia utilizados por cristãos para apoiar a ideia de que o fenômeno tem relação com o fim dos tempos estão os trechos de Lucas 21:25 e Atos dos Apóstolos 2:20 que, respectivamente, se referem ao fim dos tempos afirmando que “haverá sinais no sol e na lua e nas estrelas; e na terra angústia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas” e que “o sol se converterá em trevas, E a lua em sangue, Antes de chegar o grande e glorioso dia do Senhor”.
    Há quem acredite que após essas datas em que “a lua se tornará em sangue” começarão os 7 anos de tribulações do governo do Anticristo. Entre os defensores dessa tese, é defendido também que há várias indicações de que a tensão entre Israel e os seus vizinhos muçulmanos está prestes a explodir, o que alimenta ainda mais uma possível aproximação histórica com o apocalipse bíblico.
    Veja a informação profética completa no link a seguir: ADERG NOTÍCIAS
    Fonte: Gospel Hoje

    terça-feira, 8 de abril de 2014

    Internet está afastando as pessoas da igreja, diz estudo


    igreja vazia

    Usar a Internet pode destruir a sua fé. Essa é a conclusão de um estudo recente mostrando que a queda dramática na filiação religiosa desde 1990 estaria intimamente ligada ao aumento do uso da Internet.
    Em 1990, cerca de 8% da população dos EUA não tinha filiação religiosa. Em 2010, esse percentual mais que dobrou, chegando a 18%. A diferença, cerca de 25 milhões de pessoas, indica o total de pessoas que, de alguma forma, abandonaram sua fé.
    Embora o levantamento tenha sido feito apenas no EUA, levanta a questão óbvia: Por que isso aconteceu?
    Temos uma resposta possível graças ao trabalho de Allen Downey, um cientista da Olin College deEngenharia da computação, com sede em Massachusetts. Ele analisou os dados detalhadamente. Sua tese é que são vários fatores, sendo o mais controverso a popularização da Internet. Downey defende que o aumento do uso da rede mundial nas últimas duas décadas causou grande impacto na filiação religiosa.
    Os dados usados por Downey vem da General Social Survey, um estudo sociológico anual, promovido pela Universidade de Chicago. Desde 1972 são medidas questões demográficas e de comportamento. Além da preferência religiosa, as pessoas foram divididas por idade, nível de escolaridade, o grupo socioeconômico. As perguntas-chave dos estudos mais recentes são: “Em que religião você foi criado?” e “Quanto tempo você passa online?”
    Para Downey, é inegável que o declínio na frequência aos templos depende de vários fatores. Um dos que mais chama atenção é que 25% dos entrevistados se afastou da religião em que foi criado quando no ano em que ingressou na universidade.
    Na década de 1990, o uso da Internet passou a ser medido. Em 2010, 53% da população afirmava que passava duas horas por semana on-line, enquanto 25% ficava mais de 7 horas.
    A correlação entre aumento do tempo na internet e diminuição na frequência aos templos é baseada na teoria das estatísticas, pois seria um elemento novo na equação que mostrou resultados significativos.
    Por exemplo, é fácil imaginar que uma pessoa que foi educada em uma determinada religião possa se afastar dela, mas a proporção atual foge das tendências ao longo da história. Logo, para os estatísticos deve haver algum fator determinante.  Para os pesquisadores, nenhum elemento novo causou tanto impacto na sociedade de maneira geral nos últimos 25 anos como o uso da Internet.
    “Para as pessoas que vivem em comunidades homogêneas, a Internet oferece oportunidades para se
    encontrar informações sobre pessoas de outras religiões (e sem religião), e de interagir com elas no nível pessoal”, defende Downey.
    Perguntado se não haveria um “fator não identificado” que tenha influenciado a desfiliação religiosa, Downey descarta essa possibilidade. “Nós temos controlado todas as tendências, desde mudanças na educação, status socioeconômico e mudanças do ambientes rural/ urbano. Nenhum deles causou tanta alteração antes”, explica.
    A queda na filiação religiosa e o aumento no uso da Internet estão necessariamente ligados? Embora os resultados desta pesquisa possam ser questionados, para os pesquisadores, somente a continua análise desses dois elementos no futuro poderão comprovar definitivamente. Com informações de Technology Review
    Fonte: Gospel Hoje

    terça-feira, 1 de abril de 2014

    Pr. Silas Malafaia é entrevistado por Danilo Gentili no SBT

    O pastor Silas Malafaia esteve no no programa ‘The Noite’, com Danilo Gentili, no SBT, que foi ao ar nesta segunda-feira (31) à meia-noite. Na ocasião, o pastor abordou diversos assuntos relevantes a sociedade, como política e o futuro dos evangélicos no Brasil.
    Durante a exibição do programa, a participação do pastor Silas foi um dos assuntos mais comentados no Twitter (veja imagem ao lado).
    Observação: no vídeo abaixo, a entrevista do pastor começa a partir dos 9 minutos e 4 segundos.
    Assista a entrevista na íntegra